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Stray Kids no Rock in Rio: setlist e como foi o show histórico

ME LEVA PRO SHOW 12 de setembro de 2026
Capa do artigo: Stray Kids no Rock in Rio: setlist e como foi o show histórico

Stray Kids dominou o Palco Mundo com banda ao vivo, hits, versões especiais e lightsticks. Veja o setlist e como o K-pop marcou o Rock in Rio.

O Stray Kids encerrou o dia 11 de setembro do Rock in Rio 2026 mostrando que o K-pop não chegou à Cidade do Rock como simples experiência de programação. Diante de uma das maiores concentrações de público vistas no Palco Mundo nesta edição, Bang Chan, Lee Know, Changbin, Hyunjin, Han, Felix, Seungmin e I.N transformaram a madrugada em um encontro de alta intensidade, gritos, lightsticks e uma sequência de músicas preparada especialmente para o formato de festival. A apresentação durou cerca de uma hora e meia e começou com os integrantes entrando pela lateral da pista, enquanto uma banda ao vivo puxava o clima. “TOPLINE” abriu o repertório, seguida por sucessos como “S-Class”, “MANIAC”, “Thunderous”, “God’s Menu”, “Chk Chk Boom” e “LALALALA”. Antes do show, o g1 publicou uma previsão de setlist baseada nas apresentações recentes. A lista real foi maior e ganhou versões, repetições e surpresas que só apareceram no palco. A relação abaixo usa o registro colaborativo do Setlist.fm , conferido em 12 de setembro. Setlist do Stray Kids no Rock in Rio 2026 SKZ Anthem (introdução) TOPLINE S-Class Bounce Back MANIAC DOMINO Thunderous Interlúdio da banda com elementos de “Back Door” DIVINE God’s Menu Walkin on Water Chk Chk Boom LALALALA (versão rock) Social Path (versão coreana) This & That (remix) Side Effects (remix) Do It (versão de festival) CEREMONY (versão Karma) Stray Kids After You RUN IT MIROH Bis e surpresas This & That (versão de festival) Trecho de “Ai Se Eu Te Pego”, de Michel Teló Chk Chk Boom (versão de festival) Hall of Fame, atendendo a um pedido da plateia Como o Setlist.fm é alimentado pela comunidade, pequenos ajustes de ordem ou nomenclatura ainda podem acontecer. O que já está claro é que o grupo entregou um repertório mais longo do que muitas previsões e usou o bis para deixar o encerramento menos rígido e mais próximo dos Stays. Como foi o show do Stray Kids no Palco Mundo Em vez de reproduzir exatamente a estrutura de uma turnê solo, o Stray Kids adaptou o espetáculo ao Rock in Rio. Houve menos dependência de coreografias contínuas e mais circulação pela passarela, conversas, acenos e improvisos. Isso não eliminou a precisão que caracteriza o K-pop, mas deu ao show uma aparência mais espontânea. A banda ao vivo teve papel decisivo. Guitarras, bateria e graves mais pesados aproximaram faixas como “LALALALA” e “Chk Chk Boom” da linguagem de um grande festival de rock. Segundo a cobertura do UOL , “Chk Chk Boom” apareceu com um arranjo diferente do original. A Folha de S.Paulo destacou que uma banda ao vivo desse tamanho não é comum nas apresentações do gênero. O telão gigante ajudou quem estava longe a acompanhar os detalhes. Em “DIVINE”, o espetáculo ganhou referências visuais à cultura coreana: figurinos inspirados no hanbok, dançarinos com chapéus gat e uma passagem por uma cortina estampada com o irworobongdo, paisagem tradicional associada à realeza. O lado brasileiro apareceu quando Bang Chan cantou um trecho de “Ai Se Eu Te Pego”. A brincadeira funcionou como ponte imediata com a plateia. No encerramento, “Hall of Fame” entrou a pedido dos fãs, depois de “This & That” e “Chk Chk Boom” ganharem novas execuções. Registro da apresentação na Cidade do Rock. Se o player não abrir, assista diretamente no Instagram . O poder do K-pop no Rock in Rio O impacto começou muito antes do headliner. Fãs chegaram cedo, muitos com roupas personalizadas, photocards e lightsticks. A concentração perto da grade ficou tão grande que a organização pediu ao público que recuasse antes da apresentação de Hwasa. Durante o próprio show do Stray Kids, Bang Chan reforçou que a segurança deveria vir primeiro, depois de relatos de calor, aperto e pessoas passando mal. Esse comportamento exige atenção logística, mas também revela a capacidade de mobilização do gênero. O dia atraiu crianças, adolescentes, adultos e famílias inteiras. Para parte desse público, foi a primeira experiência em um festival com vários palcos e longas horas de espera. A presença dos Stays mudou o ritmo da Cidade do Rock desde a abertura dos portões. NEXZ abriu a programação do Palco Mundo e Hwasa sustentou uma apresentação forte no início da noite. Alok, mesmo fora da sequência sul-coreana, incluiu músicas ligadas ao universo do K-pop e dialogou com a plateia. Esses artistas merecem análises próprias, mas o Stray Kids foi o centro gravitacional do dia: seu público ocupou o espaço cedo, permaneceu por horas e respondeu a cada música como se estivesse em uma apresentação exclusiva do grupo. Mais do que o volume dos gritos, o que ficou foi a estrutura de comunidade. Os fãs conheciam letras, coreografias, símbolos e momentos de cada integrante. Quando milhares de lightsticks se moveram juntos, o Palco Mundo mostrou uma linguagem visual que os grandes festivais brasileiros ainda estão aprendendo a incorporar. O público e o palco na estreia histórica do K-pop no festival. Se o player não abrir, veja o Reel no Instagram . O que o show deixa para o festival A estreia de um dia dedicado ao K-pop criou uma referência para as próximas edições. O gênero demonstrou que consegue ocupar o palco principal, movimentar viagens de fãs e manter uma comunidade ativa durante toda a programação. Também deixou uma lição prática: produção e público precisam planejar circulação, hidratação e espaços de descanso para uma audiência que chega cedo e permanece muitas horas na mesma área. Para rever guias, informações do evento e conteúdos relacionados, acesse a página Stray Kids no Rock in Rio . Se você levou o bastão de luz, consulte também as regras para lightstick no Rock in Rio . Viveu esse dia na Cidade do Rock? Cadastre-se grátis no ME LEVA PRO SHOW , entre nas comunidades internas e compartilhe fotos, vídeos, dicas de transporte e sua música favorita do setlist com outros fãs. Fontes: g1 , Folha de S.Paulo , UOL e Setlist.fm . Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress.